O mundo está em alerta, e não é de hoje. Há mais de uma década, desde a Eco 92, passando pela assinatura do Protocolo de Kioto, uma movimentação importante vem se delineando em busca de soluções para problemas urgentes. A indústria do alumínio também está fazendo a sua parte e preparou um documento para ser apresentado na Conferência sobre Mudanças Climáticas, que a ONU realizará na Dinamarca no início do ano. O texto é parte do capítulo brasileiro que mostrará o que os diversos setores estão fazendo pelo planeta, e apresenta ações e objetivos voluntários para reduzir a emissão dos gases que provocam o efeito estufa propostos pela indústria do alumínio.
Muitas são as vantagens comprovadas do uso contínuo do metal; algumas, como a infinita reciclabilidade e a possibilidade de redução do consumo de energias, são fundamentais para manutenção da sustentabilidade. O alumínio pode e deve ser cada vez mais aplicado com vistas a uma vida melhor. É o que se observa mundo afora e aqui, no Brasil, com o metal suprindo os principais setores econômicos, civil e de eletricidade, além de estar cada vez mais presente em bens de consumo - tema do Especial dessa edição -, mostrando o quanto o metal está sendo incluído no dia-a-dia das pessoas. Agora, tão importante quanto aumentar os números da indústria e o aperfeiçoamento de seus processos, é trazer o cidadão à luz da consciência de que ele também é responsável pela saúde do nosso planeta e suas atitudes de consumo são igualmente essenciais.
Boa leitura!