O mundo discute a saúde do planeta. Os dirigentes, reunidos em torno do COP 15, buscam soluções urgentes para frear as consequências das ações negligentes tomadas em nome do crescimento econômico e da modernidade. O Brasil está representado por 700 pessoas, entre membros do governo, iniciativa privada, entidades e ONGs. O alumínio toma parte - e quer continuar sendo sujeito da história que se constrói a cada dia - seja por meio das propostas levadas às mesas de conferências globais, seja com a discussão local sobre a lei de mudanças climáticas, que será regulamentada em dezembro de 2010, no Estado de São Paulo. Essa é uma das principais bandeiras da gestão do novo presidente eleito da Abal, Adjarma Azevedo, que se inicia agora e segue pelos próximos dois anos. "Orientar, esclarecer, levar conhecimento, estar próximo dos associados da nossa indústria, de modo que compreendam o cenário atual e o futuro e, principalmente, de que forma poderão colocar em prática tudo isso no seu dia a dia", resume. "A indústria brasileira do alumínio, comparativamente aos outros países, como a China e os Estados Unidos, ganha e é verde. Mas não podemos ficar parados. As oportunidades para aumentar o consumo do metal - e diminuir as emissões - ainda são grandes." Nossa última edição de 2009 quer justamente convidar todos a se conscientizarem do papel fundamental que a indústria do alumínio tem na contribuição pela preservação dos recursos naturais por meio de suas características e benefícios que resultam, especialmente, na redução da emissão de gases nocivos e à economia no consumo de combustível. A partir da mineração da bauxita de maneira responsável, conforme mostramos na primeira da série de reportagens sobre o ciclo de vida do metal, até carros conceito e elétricos, que antecipam um futuro sustentável. Boa leitura. Os Editores |