A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) divulgou na última sexta-feira (11/12) o Manifesto Alumínio Brasileiro para um Futuro Sustentável. O documento reafirma as vantagens do metal para uma economia circular e de baixo carbono – a partir da oferta de produtos e soluções verdes –, as iniciativas da indústria nacional neste sentido, além de apontar caminhos para que o setor se torne cada vez mais sustentável.
Leandro Faria, coordenador do Comitê de Sustentabilidade da ABAL, explica que, desde a extração de bauxita, passando por todos os elos da cadeia produtiva até a reciclagem do alumínio, já existem elementos sustentáveis importantes no País.
“As técnicas de reabilitação de áreas, que devolvem as áreas mineradas iguais ou melhores do que antes da operação; as boas taxas de reciclabilidade; e a matriz energética mais renovável, quando comparada a de outros países, são alguns exemplos”, afirma.
O Manifesto também reforça os impactos positivos dos produtos de alumínio, como por exemplo:
- O legado social com a geração de valor para as comunidades do entorno das operações;
- Os empregos diretos e indiretos;
- A participação das empresas no Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU);
- E o alinhamento delas com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
Neste contexto, o alumínio é e continuará sendo um material essencial para diferentes mercados, principalmente quando estiver relacionado à inovação e sustentabilidade.
“No setor automotivo, por exemplo, o alumínio atua na redução do peso, que se traduz no menor consumo de combustível e na diminuição das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). A tendência de eletrificação dos veículos, por meio de baterias, também passará pelo futuro do metal”, exemplifica Leandro Faria.
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