Janeiro, mês em que se comemorou a Visibilidade Trans e Travesti, marcou também o lançamento das Diretrizes para Transição de Gênero da Alcoa. O documento relaciona práticas inclusivas e seguras no ambiente de trabalho, alinhadas à legislação brasileira e ao valor corporativo da companhia de “Cuidar das Pessoas”.
As diretrizes definem protocolos claros de acolhimento a pessoas trans, não binárias e/ou agêneros. Entre as medidas estão o respeito ao nome social e aos pronomes em sistemas internos, crachás e e-mails, além do direito ao uso de banheiros e vestiários de acordo com a identidade de gênero.
O material também garante suporte psicossocial por meio do programa Conte Comigo e assegura que ausências para consultas ou procedimentos relacionados à transição sejam tratadas como qualquer outro cuidado de saúde.
“É sobre garantir que o funcionário tenha apoio do setor de recursos humanos e da liderança para planejar sua transição de gênero na empresa com dignidade, respeito e acolhimento”, destaca Nathália Fernandes, da área de Gestão de Talentos da Alcoa Brasil.
Em 2025, a Alcoa avançou na agenda de diversidade, com foco na comunidade LGBTI+. Liderado pelo grupo de inclusão da empresa Eagle (Employees at Alcoa for LGBT+ Equality – Colaboradores na Alcoa pela Igualdade LGBT+), em parceria com o RH e lideranças, o programa realizou doze agendas institucionais em todas as unidades, com ações de sensibilização e diálogo.
A empresa também foi reconhecida pela Human Rights Campaign como uma das melhores do Brasil para profissionais LGBTI+, com pontuação máxima, reforçando a consistência de suas práticas de inclusão, diversidade e equidade.
Foto: Divulgação Alcoa




