A Ball Corporation registrou, no segundo trimestre de 2025, lucro líquido de US$ 212 milhões. No mesmo período de 2024, o lucro havia sido de US$ 158 milhões.
A receita também aumentou, passando de US$ 2,96 bilhões para US$ 3,34 bilhões, impulsionada pelo crescimento global de 4,1% nas remessas de embalagens de alumínio.
Nos primeiros seis meses de 2025, a empresa devolveu US$ 1,13 bilhão aos acionistas por meio de recompra de ações e dividendo e projeta encerrar o ano com ao menos US$ 1,5 bilhão devolvidos.
Segundo a Ball, a boa performance é reflexo de uma estrutura operacional mais enxuta, foco em embalagens sustentáveis e sólida geração de fluxo de caixa.
Na divisão de embalagens para bebidas, o desempenho variou por região. Nas Américas do Norte e Central, o lucro operacional comparável caiu para US$ 208 milhões, frente a US$ 210 milhões no mesmo período de 2024, afetado pelo aumento de custos. Na região da Europa, Oriente Médio e África (Emea), o lucro operacional cresceu de US$ 113 milhões para US$ 129 milhões, com elevação de volume, preço/mix e efeito cambial. Em ambas as regiões, os volumes apresentaram crescimento de um dígito médio na comparação anual.
“Embora permaneçamos atentos às possíveis incertezas geopolíticas e à volatilidade do mercado no segundo semestre, estamos confiantes em nossa capacidade de cumprir os objetivos de 2025. Nosso compromisso contínuo com a excelência operacional continua impulsionando eficiências na manufatura, enquanto nossos investimentos em inovação e sustentabilidade estão ajudando nossos clientes a atender melhor as necessidades dos consumidores finais, ao mesmo tempo que gerenciamos rigorosamente nossa estrutura de custos. Essas ações nos posicionam bem para administrar os desafios de curto prazo e entregar consistentemente valor de longo prazo aos nossos acionistas”, afirma Daniel W. Fisher, presidente do conselho e CEO da Ball.
Foto: Divulgação Ball Corporation




