A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) avançou em sua estratégia de crescimento sustentável no segundo trimestre de 2025. A empresa adquiriu participação em dois projetos de autoprodução de energia eólica, os quais irão agregar 115 MWm a partir de 2027 à sua matriz energética. Além disso, realizou a segunda emissão de debêntures sustentáveis, no valor de R$ 530 milhões.
Nesse período, a CBA registrou receita líquida de R$ 2 bilhões. No negócio alumínio, a receita foi de R$ 1,9 bilhão e o Ebitda ajustado somou R$ 189 milhões. O trimestre encerrou com prejuízo de R$ 73 milhões, mas em linha com o resultado negativo de R$ 74 milhões registrado no ano anterior.
Em relação ao volume de vendas de alumínio, totalizou 119 mil t, das quais 91% foram destinadas ao mercado interno. Os produtos transformados apresentaram alta de 3% na comparação com o segundo trimestre de 2024 e de 4% em relação ao trimestre anterior, impulsionados pela maior demanda por chapas e folhas, especialmente nos segmentos de embalagens e bens de consumo.
No setor de reciclagem, as vendas ficaram estáveis em relação ao segundo trimestre de 2024, somando 24 mil t. A produção de alumínio líquido, por sua vez, foi de 86 mil t, resultado impactado pela parada de manutenção na refinaria de alumina, necessária para garantir a integridade do processo produtivo.
A CBA também aprimorou seu perfil de endividamento: o prazo médio passou de 4,74 para 5,12 anos e o custo médio em dólar recuou de 6,37% para 5,95% ao ano.
Foto: Divulgação CBA




