Apesar de encerrar 2025 com retração de 1,2% no faturamento deflacionado, a indústria de materiais de construção projeta retomada em 2026, com crescimento estimado de 1,9%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
O desempenho negativo do ano passado foi impactado pelos juros elevados, pela redução dos investimentos públicos e pela desaceleração das obras privadas — fatores que também afetaram diretamente o mercado de alumínio, amplamente utilizado em sistemas construtivos, fachadas, esquadrias, infraestrutura urbana e projetos industriais.
Para 2026, a expectativa é de recuperação gradual, impulsionada pelo avanço de programas habitacionais e de retrofit, como o Minha Casa, Minha Vida e o Reforma Casa Brasil, além da perspectiva de queda da taxa Selic, que tende a estimular novos investimentos e a retomada do crédito.
A evolução das obras de infraestrutura previstas para este ano também reforça a confiança do setor na estabilidade da economia, o que deve contribuir para compensar os prejuízos registrados anteriormente.
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