A Mineração Rio do Norte (MRN) acaba de lançar a publicação semestral Por Dentro da MRN, revelando seu desempenho econômico, social e ambiental na Amazônia em 2024, fruto da sua produção responsável de bauxita. A primeira edição da revista destaca a expressiva injeção de R$ 717 milhões em compras locais e o recolhimento de mais de R$ 370 milhões em impostos, taxas e contribuições. Outro ponto crucial é a geração de emprego e renda, tendo em seu quadro 6.700 trabalhadores, dos quais 85% são do Estado do Pará.
Além disso, a empresa reforça seu compromisso ambiental com ações como monitoramento da qualidade do ar e da água, resgate de flora e fauna, gestão de resíduos e reflorestamento de 7.700 ha com integração de saberes tradicionais, ciência e tecnologia. Na área social, investiu R$ 2,2 milhões em 2024 para apoiar agricultores familiares e piscicultores, beneficiando mais de 750 moradores com capacitações, assistência técnica e infraestrutura.
Outro destaque na publicação é o Projeto Novas Minas (PNM), que pretende estender a operação da MRN por mais quinze anos em cinco novos platôs. A iniciativa obteve licença prévia em outubro de 2024, mas ainda enfrenta o desafio de elaborar e aprovar planos com condicionantes junto às comunidades quilombolas. A estratégia de continuidade inclui também o Projeto Linha de Transmissão (PLT), que conectará a MRN ao Sistema Interligado Nacional (SIN), promovendo o uso de energia mais sustentável. A empresa prevê investir cerca de R$ 5 bilhões nos próximos anos em iniciativas como essas.
“Temos consciência de que as operações da MRN fazem a diferença no cotidiano de comunidades e municípios no Estado do Pará e no Brasil. Nosso compromisso é com um futuro sustentável, em que a mineração respeita as pessoas e o meio ambiente e é valorizada por tudo que representa”, afirma Guido Germani, diretor-presidente da MRN.
Foto: Divulgação MRN




