Todos os anos, de janeiro a maio, durante o período chuvoso da região amazônica, a Mineração Rio do Norte (MRN) começa o trabalho de recuperação florestal das áreas mineradas na Vila de Porto Trombetas, distrito do município de Oriximiná, no Oeste paraense.
Após realizar a lavra da bauxita, as áreas de minas são preparadas para receberem o plantio com espécies nativas como seringueira, copaibeira e castanheira.
“A empresa trabalha na recuperação contínua. Ou seja, nos platôs ocorrem simultaneamente a lavra e a recuperação das áreas”, explica Marcelo Thomy Menezes Doura, gerente de Controle Ambiental e Relações Comunitárias.
Segundo Doura, todo o processo de recuperação é feito por um método desenvolvido pela própria empresa e aprovado pelos órgãos ambientais. As técnicas utilizadas garantem um índice de sobrevivência de 90% das espécies arbóreas.
Nos últimos 40 anos, a MRN reabilitou 7 mil hectares e plantou mais de 14,5 milhões de mudas de 450 espécies arbóreas nativas. Em 2018, o viveiro florestal da MRN produziu 941 mil mudas nativas de 74 espécies do bioma amazônico.




